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Category: Notícias

Vírus é coisa do passado, veja as pragas virtuais mais comuns atualmente

trojan-malware-virus-1453164763934_615x300Vírus, pragas ou malwares. Independentemente do nome como são chamadas, o fato é que quando se instalam em uma máquina, alguém vai sair prejudicado.

É preciso entender o que é um malware (malicius software). O nome é usado para qualquer tipo de praga que tenha potencial para infectar dispositivos informáticos. “Dentro de malware existem várias classificações, de acordo com o comportamento da praga. Vírus é o termo mais popular, mas na verdade ele é uma categoria de malware. Existem ainda os trojans, backdoors e rootkits”, explica Fabio Assolini, analista sênior de segurança da Kaspersky Lab no Brasil.

O especialista ressalta que, atualmente, os trojans são os malwares mais comuns. Nomeados com base no episódio do cavalo de troia, a contaminação engana as vítimas e faz com que elas instalem o trojam sem perceber.

“Dentro do termo trojan, existem várias classificações. Os mais comuns no Brasil são os trojans bancários, que roubam credenciais de contas e números de cartões de crédito de pessoas que acessam o internet banking”, afirma Assolini. O trojan-spy também é bem popular por aqui. Ele espiona o dispositivo infectado para roubar senhas de redes sociais, e-mails e outras tipos de contas.

Além dos trojans, os usuários podem ser pegos por outros tipos de praga, que possuem objetivos distintos. Os vírus, por exemplo, costumam destruir arquivos e prejudicam o desempenho do sistema operacional. O ransomware sequestra dados e pede dinheiro no resgate.

Os rootkits se instalam profundamente no sistema, visando dificultar sua remoção. Os backdoors permitem que o criminoso acesse o dispositivo comprometido remotamente. Já os adware e spyware espiam a navegação da vítima, exibindo propaganda excessiva.
Como evitá-los

Para Assolini, o tipo mais garantido de proteção é o uso de um programa antivírus. O usuário também pode adotar algumas posturas e cuidados que ajudam a ficar longe dos malwares. É recomendável que o sistema operacional da máquina esteja sempre atualizado. Também é importante atualizar o navegador e seus plugins (por exemplo, Flash, Java e PDF reader).

Os usuários de computadores da Apple também devem abrir os olhos. “A história de que Mac não pega virus é um mito que a Apple tem apregoado por um tempo. Usuários de Mac devem usar antivirus, pois existem tantas pragas que podem infectá-lo com acontece com o Windows”, explica o analista. Ele afirma que em 2012, cerca de 700 mil Macs foram contaminados no mundo com a praga FlashBack, deles, 2.500 só no Brasil. O malware explorou uma falha do Java, que estava vulnerável e não foi atualizado pela Apple.

Unitel faz parceria com Google para conectar Brasil, África e EUA com cabo submarino

LISBOA (Reuters) – A principal companhia angolana de telecomunicações Unitel, cuja presidente-executiva Isabel dos Santos tem uma oferta pública de aquisição (OPA) para comprar indiretamente 25,6 por cento da brasileira Oi, fez uma parceria com a Google para lançar um cabo de fibra óptica submarino, que ligará África, Brasil e Estados Unidos, anunciou a empresa.

A filha do presidente de Angola é presidente-executiva da Unitel e dona da portuguesa Terra Peregrin, que em 9 de novembro lançou uma OPA geral sobre a PT SGPS, oferecendo 1,35 euro por ação.

A oferta teve como objetivo adquirir os 25,6 por cento que a PT SGPS tem na Oi e manter a PT Portugal intacta ao travar a venda destes ativos de telecomunicações portugueses, que são detidos pela companhia brasileira.

A Unitel disse que a sua presidente-executiva destacou o crescimento das telecomunicações na África e “apontou a conectividade em banda larga como o próximo grande desafio além do móvel”, de forma a implementar fibra de alta qualidade para apoiar as comunicações móveis e os negócios no continente.

“(Isabel dos Santos) revelou ainda que a Unitel está envolvida numa parceria com a Google para lançar um cabo de fibra óptica submarino que vai ligar África ao Brasil e o Brasil aos EUA”, afirmou a Unitel em comunicado.

“É um projeto que está em curso e o primeiro quilômetro foi construído há duas semanas”, acrescentou.

A Unitel disse que tem 10 milhões de clientes e mais de 2 mil colaboradores, sendo a maior empresa privada da Angola.

“(A Unitel) tem vindo a expandir-se para outros países do continente africano, nomeadamente Cabo Verde e São Tomé e Príncipe, afirmando-se cada vez mais como líder no setor na África”, frisou a Unitel.

(Por Sérgio Gonçalves)

Routers Brasil

Facebook corresponde a 25% da internet móvel na América Latina

O Facebook é enorme no Brasil e na América Latina como um todo. Uma pesquisa da Sandvine do segundo semestre de 2014 atesta isso, mostrando como a rede social é o serviço que mais consome banda larga móvel na região, tanto para upload quanto para download.

Segundo a pesquisa, nos celulares latinoamericanos, a rede social consumiu 26,73% do tráfego de upload, seguido de longe pelo envio de arquivos para o Google Drive, com 10,4%. Enquanto isso, o tráfego de download gerado pelo Facebook é de 25,2%, seguido do YouTube com 18,55%.

Reprodução

É fato que comparando os serviços, o YouTube consome muito mais banda do que o Facebook. Na maior parte do mundo, o serviço de vídeos do Google normalmente aparece no topo da lista de download. O segundo lugar provavelmente tem a ver com as baixas velocidades da internet móvel nesta parte do planeta e a baixa cobertura de 4G, que impedem uma experiência de vídeo satisfatória.

No total, 31,2% do tráfego de download em redes móveis na América Latina é referente a redes sociais. Segundo a consultoria, muito disso se deve a planos de baixo custo que permitem acesso livre a serviços como Facebook ou Twitter.

Internet fixa
Aqui a Sandvine deixa claro um fator cultural da internet: a pirataria é muito forte. A pesquisa mostra que 23,78% do tráfego de upload é gerado por compartilhamento de arquivos por torrent, o famoso “seed”. No entanto, apenas 7,42% do tráfego de download é relativo aos torrents.

No segundo caso, o líder absoluto é o YouTube, é o maior consumidor de banda larga fixa, com 31,66% do tráfego de download. Ou seja: quase um terço da internet latino-americana é dedicado a assistir vídeos no serviço do Google.

Reprodução

Via Sandvine